Gás total
June 23rd, 2009
Como já escrevi por aqui, só liguei o fornecimento de gás do apartamento alguns meses após me mudar. Até então, meu principal instrumento de cozinha fora a geladeira era o forno de microondas. E por muito tempo cozinha significava preparar salada e assar nuggets / frango empanado, ambos congelados. Ah sim, de vez em quando comia também as lasanhas congeladas da Sadia, pois se fizesse disso um hábito em poucos meses teria dificuldade de passar pela porta pra entrar em casa.
Passado algum tempo, algumas constatações óbvias vieram à tona:
- nuggets e/ou empanados de frango não foram feitos pra microondas, ficam borrachudos e sem graça
- salada é bom, mas um mínimo de variedade de vez em quando é bom também
- com o tempo, começamos a lembrar daquelas coisas que sempre fizemos na casa de nossos pais, mas que são impossíveis somente com um forno de microondas, como o miojo, por exemplo
Esse texto ficaria legal pacas se eu admitisse que sentia falta de um fogão operacional, mas fato é: senti falta do gás quando começou a esfriar e os banhos gelados passaram a não ser mais tããão convidativos assim. De qualquer forma, fogão eu já tinha. Faltava me acertar com a CEG e ligar o gás. Depois de alguns rounds (que eu conto dia desses), missão cumprida. Acho que nunca senti tanta falta de me virar com miojo, omelete de queijo ou pizza congelada como nesses meses! Felizmente, consegui evoluir gastronomicamente também. Claro que não sou tão hábil nas panelas quanto o Cobra, mas um dia eu chego lá
Pra começar, eu dei mole de não perceber que havia um fera por trás da direção:
O filme do Carcajú (pra quem não sabe, é o nome em português do animal Wolverine) me parece o tipo de filme pra deixar o cérebro de lado e curtir a ação. Acho que não serve nem pra quem é fã de quadrinhos, pois tem muita coisa diferente da origem do personagem segundo li em alguns sites que vem acompanhando a produção do longa. As mulheres é que surpreendentemente tem badalado bastante o filme por conta do australiano Hugh Jackman, que parece ser o galã hollywoodiano da vez dados os suspiros arrancados junto a mulherada. Só o que tenho a dizer por enquanto é: ainda bem que não traduziram o nome do personagem para o português.
Já o reboot da série Jornada nas Estrelas promete. Não só para os fãs do seriado, mas também como um bom filme de ação para quem sempre torceu o nariz para as orelhas pontudas de Spock. Para fazer a ponte com o cânone de Jornada, o ator Leonard Nimoy foi convidado para fazer uma versão futura de Spock, apesar de ser centrado no início da convivência (e da amizade) entre os tripulantes da Enterprise original (NCC-1701, no bloody A, B, C or D… Or E). Em outras palavras, o filme passa por um dos meus assuntos prediletos: paradoxos temporais (leia-se trilogia ‘De volta para o futuro’, Lost, ‘Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban’, etc)


