O lado sombrio (ptu!) da mente

Esse seria um sério candidato a um prêmio ‘Darwin Awards‘ (ou ao menos uma menção honrosa).

O ciclo se fecha (e os cofres de George Lucas se abrem)

So, it’s over. Vimos semana passada a pré-estréia do filme “Star Wars Episódio III – A vingança dos Sith” no novíssimo Unibanco Arteplex, na praia de Botafogo (aonde ficavam os cinemas Scala e Coral, especializados em filmes pornôs).

Como foi a sessão organizada pelo Conselho Jedi (que lutou bravamente para conceder a nós, reles mortais, uma sessão exclusiva em uma sala cheirando a nova), a biodiversidade da fila do lado de fora era riquíssima. Cavaleiros jedis, princesas e lordes sith de todas as partes do Rio de Janeiro estavam lá a caráter para prestigiar o filme e vê-lo antes de (quase) todo mundo. Por conta disso, o cheiro de mofo reinava, não se sabe se por causa das fantasias guardadas desde 2002 (quando foi lançado o Episódio II), ou se por causa de algumas pessoas que pareciam ficar guardadas em casa pelo mesmo período, sem sequer ver a luz do sol.

Passadas 2 horas na fila, todos nós aficcionados pela obra do “sapo barbudo – fã de Kurosawa” lotamos as 2 salas disponibilizadas aos convidados do Conselho: a sala 6, grandiosa, a única a ter a certificação THX no Rio, e a sala 3, que lembra muito as salas pequenas do Cinemark. Eu particularmente fiquei na sala 3, por não ter bons contatos na capital da república intergalática. Começa o filme, e o silêncio reina na sala 3, exceto pelos sons da grande batalha travada nas telas entre separatistas e clones no espaço orbital de Coruscant. Cenas de tirar o fôlego, mas um pouco artificiais demais para os puristas. Verdade seja dita: Lucas parece ter se deslumbrado com os “efeitos-videogame“, que na minha humilde opinião podem ser um pouco cansativos se falta uma boa história para dar base. Felizmente no caso do filme, boa parte das cenas justificou a pirotecnia apresentada.

Se você estava meditando no Tibet nos últimos 10 anos, provavelmente não sabe o básico da história: nesse filme, o jovem guerreiro Anakin Skywalker, tido como o Escolhido para sacramentar uma antiga profecia, é seduzido pelo Lado Negro da Força (que os politicamente corretos renomearam para ‘Lado Sombrio’) e torna-se o grande vilão da galáxia, que no entanto vai se redimir na história do 6o filme, “O Retorno de Jedi”, que veio aos cinemas em 1983. O ator escolhido para viver Anakin é tão canastrão e cru como o seu “filho” nas telas, Mark Hamill, que fez mais sucesso como dublador de desenhos animados. No entanto, o britânico Ewan McGregor rouba a cena como o sábio jedi que ficará encarregado de treinar o filho do vilão Darth Vader na trilogia clássica. Além disso, algumas marcas registradas de George Lucas estão no filme: alguns ‘comic reliefs’ (nem todos necessários, na minha opinião), falas simples, cenas românticas toscas e enredo que poderia ser melhor costurado.

No entanto, este filme é, com certeza, o MELHOR dessa nova trilogia, e em relação a antiga só perde para o “Império Contra Ataca”. Eu quase classificaria esse filme como “no mesmo nível do episódio VI (O Retorno de Jedi)”, mas aqueles ewoks me tiram tanto do sério que eu estou preferindo o Episódio III. Por essas e outras, vou vê-lo mais vezes no cinema. :)

Melhor assim

Sábado fomos a uma festa na Lapa (espaço Hombú), onde durante um bom tempo tocou tudo o que os anos 80 produziu de bom em termos de música. Enquanto me sacudia na pista e bebia umas bohemias, pensei em várias coisas para escrever aqui, mas assim que o efeito alcoólico passou, esqueci. Felizmente.

Lá se vai meu dinheiro…

Equilíbrio

Olhando para a tabela de classificação do Brasileirão 2005, temos um panorama que há muito não acontece: nas 8 primeiras posições, temos 3 cariocas, 3 paulistas, 1 mineiro e 1 gaúcho. Lembra muito o final dos anos 80, início dos anos 90. Ano passado, a tabela devia ter uns 5 times paulistas e 3 times paranaenses (não lembro agora).

Claro que é cedo para traçar qualquer prognóstico (tivemos só 4 rodadas de um total de 42), mas não deixa de ser interessante.

Wind of change…

Menos tempo na internet, menos listas de discussão, menos gadgets (foi-se meu Tungsten E), menos paciência para discussões do tipo “sexo dos anjos” a respeito de tecnologia (Windows x Linux, PalmOS x Pocket PC x Symbian, PC x Mac, etc). O computador se resume à ferramenta de correio, gravação de músicas e de vídeos. Os jogos, mais escassos, e tendendo a migrar para uma máquina especializada (que alguns chamam de videogame). Quem diria, estou ficando menos nerd. :)

Ps.: Isso não significa blogar menos, muito pelo contrário. Não abro mão de me expressar, nem que seja para colocar uma “frase do dia” ou um site que tenha me feito rir)

Gerador de nome de pobre

Você quer colocar um nome super original no seu filho, de preferência dobrando os Ls, trocando i por y e v por w ? Fabião resolve o seu problema !

Na cabeceira

Enquanto não chega o 6º livro do bruxo inglês, estou com 2 livros bem interessantes na cabeceira: “O rei do inverno” (finalmente ganhei!), de Bernard Cornwell, que reconta a história do Rei Arthur e de seus cavaleiros, com base em estudos de arqueólogos e historiadores, e “Silmarillion“, de J.R.R. Tolkien, que conta a criação do mundo de acordo com a mitologia da Terra Média.

Os dois são muito interessantes, mas dada a ansiedade em ler o livro do Potter, acho que vai rolar uma pausa nos dois tão logo eu receba o pacote da Amazon

Concentração

Quem me conhece há algum tempo sabe que eu sou FANÁTICO por Star Wars, e talvez tenha estranhado o fato de eu não estar falando do assunto por aqui. É, estou evitando mesmo, por conta da expectativa de ir na pré-estréia amanhã. Mas podem aguardar um mega post falando do filme na quinta-feira.

Palio dá azar

Tanto falei mal do meu antigo PALHO(sic) 1.0, que ele se converteu mesmo em sinal de mau agouro. Explico: foi só eu vender o dito cujo e pegar meu carro “novo” (um Peugeot 206 1.6) que, no mesmo dia, recebi o telegrama de convocação para o meu novo emprego.