Trechos de músicas

Sou um daqueles caras que tem uma relação tão visceral com música que até mesmo os sonhos parecem ter trilha sonora. Se os sonhos as tem, o que dizer de devaneios ? E deles, ressalto trechos da trilha sonora:

“…minha jangada vai sair pro mar,
Vou trabalhar,
Meu bem querer…”

“…Give me back my point of view
’cause I just can’t think for you
I can hardly hear you say
What should I do, well you choose…”

“…at my most beautiful
I count your eyelashes secretly.
with every one, whisper I love you.
I let you sleep.
I know you’re closed eye watching me,
listening.
I thought I saw a smile…”

“…E já esta ficando tarde e eu estou muito cansado
Minha mente está tão cheia e estou me transbordando
Você pensa que sou louco mas estou só delirando
Você pensa que sou tolo mas estou só te olhando la lala lalalala

Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda…”

É pra lá que eu não vou…

Essa onda de revivals de décadas anteriores (exemplo: essa onda ‘anos 80′ que assola a mídia brasileira, especialmente a carioca) mostra, ao meu ver, o vácuo criativo que temos pela frente. Não estou querendo dizer que a história acabou e que nada mais se cria, mas o caminho que certas coisas estão tomando me preocupa. A política prova de uma vez por todas que, independente de partido e/ou ideologia, somos sempre governados e legislados por pessoas sedentas por vantagens e dinheiro público. No futebol, os grandes sucumbem e os pequenos fazem a festa. Na música, reina a eterna reciclagem e reinvenção. No cinema, salvo uma ou outra produção independente européia ou latinoamericana, boas idéias dão lugar a marketing, efeitos especiais e culto injustificado a celebridades. Na TV, nivela-se por baixo e produz-se programas de qualidade cada vez mais questionável.

Posso até estar sendo excessivamente ranzinza por preferir a seleção brasileira de 82 (mesmo sem ter ganho a copa), a Brabham de Piquet, Star Wars original (onde Greedo não atira em Han Solo na cantina), e novidades musicais de Manchester, Seattle ou Brasília. Pode ser também que eu esteja agindo como um saudosista, da forma como foi apregoado na música-sermão Sunscreen (“…Prices will rise. Politicians will philander. You, too, will get old. And when you do, you’ll fantasize that when you were young, prices were reasonable, politicians were noble and children respected their elders…”). Mas a verdade é que, pegando emprestado o que disse um amigo numa lista de discussão que participo, o que eu queria agora era um DeLorean voador, de preferência equipado com Mr.Fusion, para que eu não tivesse problemas para conseguir plutônio com terroristas líbios…

Mondo bizarro: médicos tiram feto da barriga de um *menino*

Médicos em Bangladesh anunciaram ter removido um feto morto da barriga de um adolescente, em um caso raríssimo de um gêmeo que “absorveu” o outro ainda na fase inicial da gestação. Segundo a agência de notícias France Presse, os médicos disseram que o feto morto pesava cerca de 2 kg.

Centenas de curiosos correram ao Hospital Universitário de Bangabandhu, em Daca, no sábado, quando ouviram rumores de que um rapaz estava “dando à luz um bebê”.

Abu Raihan, de 16 anos, há muito vinha se queixando de dores abdominais. O médico que operou Raihan afirmou que o feto tinha cabeça, tronco e membros desenvolvidos, mas estava morto há muitos anos.
“Neste caso, o feto do bebê penetrou no feto do menino e continuou a crescer dentro dele como um tumor”, explicou o ginecologista Nurun Nahar.

Em 2003, no Casaquistão, médicos descobriram um feto morto quando operavam um menino de 7 anos por suspeita de tumor. Este feto tinha até cabelos, unhas e ossos.

[fonte: BBC Brasil]
[Thanks to: Rubens Alves]

NOTÍCIAS QUE PODEM MUDAR O SEU DIA: Ladrão burro

Um americano roubou uma pizzaria e esqueceu, no local do crime, um requerimento de emprego com seu nome e endereços verdadeiros. “Isso é muita inexperiência ou estupidez”, disse nesta quarta-feira o promotor público Frank Coumou do condado de Clark, em Las Vegas (EUA).
Alejandro Martinez, 23 anos, de Las Vegas, deve comparecer na Corte Judicial da cidade na próxima segunda-feira. Ele é acusado de roubo com de arma de fogo. Segundo a polícia, Alejandro pediu uma pizza e começou a preencher uma ficha de emprego antes de mostrar um revólver e exigir o dinheiro do caixa, cerca de US$ 200.

O advogado de Alejandro, James Ruggeroli, disse que as autoridades pegaram o cara errado. Ruggeroli afirma que o dono da pizzaria não identificou seu cliente como o assaltante e que o requerimento de emprego não foi apresentado na primeira audiência.

Lavando a honra

Penei, mas finalmente assisti o último (na verdade, primeiro) filme do morcegão. E tenho que dizer: FINALMENTE fizeram um filme à altura do personagem, não devendo nada aos últimos sucessos vindos diretamente dos quadrinhos (leia-se X-Men e Homem-Aranha).

Por que digo que é o primeiro filme ? Se você estava na Terra nos últimos 15 anos e teve nesse tempo algum contato com mídias como cinema e televisão, saberá de antemão que já fizeram 4 filmes “sérios” (leia-se “sérios entre aspas”) focando o Batman. Digo isso porque sempre tem um engraçadinho que lembra que fizeram um filme com o Batman escrachado dos anos 60, com Adam West, Burt Ward e companhia (se não me engano, esse filme é dos anos 70).

Pois bem, a franquia Batman até que não começou mal. O primeiro filme foi muito bom, com direção de Tim Burton (de quem eu particularmente gosto) e trilha sonora de Danny Elfman (vocalista do Oingo Boingo, que desfez a banda para se dedicar às trilhas sonoras, com muito sucesso), mas cometeram dois erros (ao meu ver, graves):

  1. Colocaram um cara baixinho e atarracado para fazer Bruce Wayne / Batman (Michael “Beetlejuice” Keaton)
  2. Mataram o Coringa no fim do filme, que vem a ser um dos melhores personagens dos HQs do homem morcego, e contraria a regra de que Batman não mata

Alguns anos depois, filmaram a continuação (mais uma vez dirigida por Burton e com trilha de Elfman), na minha opinião um pouco melhor que o filme anterior, contando com Danny DeVito mandando muito bem como o vilão Pinguim, e Michelle Pfeiffer como a controvertida Mulher Gato. Daí em diante, passaram a batuta para o Joel Schumacher, que transformou a franquia Batman num desfile de escola de samba, com muitas cores, luzes, gracinhas, etc; coroando a palhaçada com um uniforme GLS para Batman e Robin no último (4º) filme (que, desculpem, não tem nada a ver com o personagem). Com isso, enterraram a franquia e parou de se falar em outro filme do herói, mas não por muito tempo.

Com o sucesso dos filmes do Homem Aranha e dos X-Men (produzidos pela Fox), os executivos da Warner começaram a se perguntar porque o mesmo não aconteceu com o último filme do Batman (idem para o Superman, que também teve um 4º filme catastrófico, em 1987). Daí em diante, começaram a matutar como fariam para ressuscitar as duas franquias. Daí, surgiram as idéias mais estapafúrdias, como chamar Joel Schumacher de volta, colocar Nicolas Cage como o Superman, e por aí vai. Para o bem dos fãs, tomaram a decisão de resgatar o visual sombrio e atormentado do Batman, e depois de muitas idas e vindas contrataram Christopher Nolan (de ‘Amnésia’) para diretor e David Goyer (‘Blade: Trinity’) para roteirista. Deles (com assessoria do esclerosado Frank Miller), fizeram uma história recontando a origem do herói, focando mais o desenvolvimento do personagem, sua ânsia por vingança, seu treinamento, se baseando principalmente numa obra prima de Miller: ‘Batman: Ano Um’. O resultado: um SENHOR filme, bem dirigido, sem furos de roteiro, e que mostra o lado sinistro de um super herói que de super só tem o nome, pois é tão humano quanto todos nós (quem lê quadrinhos sabe bem disso, em especial quem já leu os gibis da Liga da Justiça onde ele, o único sem superpoderes, salva todos os outros só com inteligência e faro investigativo).

Já entrou para minha lista de melhores do ano, e espero ansiosamente pela continuação (dadas as pistas para o próximo vilão).

Batutando

Começou em alguns blogs uma brincadeira chamada Batuta, onde você recebe a mesma de algum outro blogueiro, responde a umas perguntas (relacionadas a música) e repassa a Batuta para 5 outros blogueiros. Recebi uma da Bia, e agora faço a minha parte:

* Quantos gigabytes tem de música:

No HD, tenho algo em torno de 35 Gb, mas tenho uma pilha de CDs a serem assimilados pelo iTunes tão logo eu compre meu HD novo.

* Último CD que comprei:

Boa pergunta. Se não me engano, foi o “Chill Brazil vol. 1“, coletânea de músicas brasileiras de várias fases e estilos pra ouvir em casa de bobeira, ou viajando de carro, muito bom!

* Música tocando no momento:

“Leaving New York” – R.E.M. (estava tocando há 1 hora atrás, quando eu estava vindo para o trabalho)

* Cinco músicas que tenho escutado bastante:

Normalmente as coloco no menu à esquerda, mas listo abaixo as “saindo do forno” (que ainda não atualizei no menu):

  1. “I like to move it” – Reel 2 Real (Madagascar soundtrack)
  2. “Fake plastic trees” – Radiohead
  3. “Leaving New York” – R.E.M. (na verdade, tenho escutado muito o último deles, “Around the Sun”)
  4. “Alegria, alegria” – Caetano Veloso (essa um dia eu vou cantar em ritmo de reggae :D )
  5. “Magoado” – Raphael Rabello (música ESPETACULAR de Dilermano Reis)

* Cinco pessoas para quem estou passando a batuta:

Burger
Beta
Naty
Helo
Julio

Vá na frente, amiga ! Um dia nos reencontraremos

Homenagem a um dos seres mais interessantes que conheci nessa vida:

Decadência

A Renner já foi interessante. Falem o que quiser, mas no início de sua carreira aqui no Rio eu encontrava algumas peças interessantes, inclusive que cabiam em mim. :) Blusas da MTV, roupas do Greenpeace, entre outras coisas.

Pois passei por uma das lojas hoje, e vi que seu passado glorioso (!) se foi… Acho que o apelo popular de varejo a transformou em mais uma loja de pagodewear. Uma pena…

Música do dia

“I’m free” – Soup Dragons

Música alegre e despretensiosa do início dos anos 90, da época em que a MTV era realmente abreviação de Music Television. A banda nem foi muito adiante (creio que parou no 2o disco, justamente o dessa música), nem tem muita coisa que preste (tem mais 2 músicas que acho interessante e só), mas merece o mérito por essa pérola. Hoje em dia não está tão em voga por conta da febre anos 80, mas aposto que vai tocar MUITO quando houver a febre anos 90, daqui a uns 10 anos. :)

Pura poesia

Leiam aqui (dica do )