Sábado passado fomos assistir ao novo filme sob a tutela do Tim Burton, “A noiva-cadáver“. É mais um filme feito com a técnica stop motion, onde a animação é feita com o uso de milhares de fotografias tiradas de bonecos, em diferentes posições, fazendo a animação. No caso deste filme, foram 109.000.440 fotografias, tiradas de bonecos de aproximadamente 60 centímetros de altura.
Em relação ao filme em si: pra mim, é um dos melhores que eu vi este ano. Conta a história de Victor (voz e “visual” de Johnny Depp), filho de um casal emergente que arranja seu casamento com Victoria, oriunda de uma família esnobe e decadente. No entanto, ao ensaiar o discurso do casamento em um cemitério, suas palavras são, digamos, “mal interpretadas” pelo cadáver de uma mulher ali enterrada, que vem a ser a noiva do título (voz de Helena Bonham Carter). Apesar de eu não gostar muito de filmes musicais (salvo raras exceções), as músicas se encaixam muito bem na narrativa. Destaque para o tom gótico dos cenários e dos personagens, marca registrada do diretor. Aliás, Burton é um dos poucos diretores hoje em dia que se pode dizer que tem uma marca registrada. Outra virtude do filme: durar EXATAMENTE o necessário. Se fosse mais longo, seria enrolado, se fosse mais curto, abreviaria trechos importantes.
Recomendo fortemente este filme, e para quem gostar do estilo, recomendo também o outro stop motion de Tim Burton (produzido por ele, mas dirigido por outra pessoa), “O estranho mundo de Jack“, disponível nas boas locadoras.
Tava de bobeira pulando de site em site (coisa que eu não faço há muito tempo), quando me deparei com este aqui, que mostra um pouco de vários jogos dos diversos videogames já lançados no mercado.
Numa boa, os de hoje avançaram MUITO em recursos, mas tenho cá minhas dúvidas se avançaram alguma coisa no quesito diversão… Ou pode ser apenas mais um sinal da minha rabugice pós-3o anos também…
Estou meio afastado do blog, mas é por uma boa causa… O ritmo de trabalho tá “animado”, o que é ruim mas é bom.
Enquanto não volto com carga total, algumas notas:
- Mengão, para baixo e avante!
- Eu definitivamente não nasci pra trabalhar em bancos
- Em pouco tempo, ao que parece, vai todo mundo virar vegetariano na marra
- Baixei uns vídeos dos Trapalhões pelo eMule e reafirmo: “Mussum forevis!”
Flamengo e Atlético-MG lutando pra não cair ? Vasco tendo que torcer por uma vitória do Flamengo pra não ficar atochado na zona de rebaixamento ? Não preciso de tsunamis, furacões e terremotos para saber que este mundo está no fim…
“Undressed” – Lloyd Cole & the Commotions
Essa é uma música tão marcante de vários momentos da minha vida que eu pesquisei umas 3 vezes no banco de dados no blog para ter certeza de que nunca falei sobre ela antes, o que seria perfeitamente lógico. Música deliciosa, de um grupo encabeçado por este inglês de voz pouco comum (na minha opinião). Segue bem a linha pop rock com toques de folk que invadiu as rádios inglesas no pós-punk dos anos 80. Ressalto o riff de gaita em alguns trechos da música que caem super bem no conjunto da obra.
Para quem gostar do estilo, recomendo procurar por aí o álbum “The best of…” deles. Tem umas 7 ou 8 músicas no mesmo nível ou até melhores.
Quando o Ratzinger foi empossado papa, virando Bento XVI, eu suspeitava pelo discurso dele que a igreja ia buscar ser mais fiel a suas “regras” em detrimento da popularidade. Com o pronunciamento do líder da Opus Dei (notícia completa abaixo), começo a crer que eles querem mesmo virar uma seita pequena e olhe lá.
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Vacas francesas ‘produzem mais gases que refinarias’
O gado francês produz mais do que duas vezes o total de gases emitidos pelas 14 refinarias de petróleo do país, segundo um relatório de economistas do país. Segundo o relatório, as 20 milhões de vacas e touros franceses, cada um deles com quatro estômagos, respondem pela emissão de 38 milhões de toneladas de gases por ano, em sua maioria metano.
Suas emissões também incluem o óxido nitroso, ou o gás do riso.
A agricultura francesa é a campeã européia de emissões de gases que provocam o efeito estufa.
O autor do relatório, Benoit Leguet, pediu aos fazendeiros que adotem uma alimentação mais facilmente digerível para os animais, para diminuir as emissões.
O relatório acrescenta ainda que os consumidores franceses também contribuem para a emissão desses gases, pois consomem mais carne do que o europeu médio.
[fonte: BBC Brasil]
“Jesus é o caminho… Edir Macedo é o pedágio”
\- Autor desconhecido
(enviada por David Castro)
Depois de muita lenga-lenga com a Amazon, recebi minha cópia do livro “Harry Potter and the Half-Blood Prince“. Mal recebi, e já li as cerca de 600 páginas e só o que digo é: não vejo a hora da Rowling escrever logo o final da saga.
O livro começa já no ritmo de como terminou o anterior (“Harry Potter and the Order of Phoenix“), mas sem o mesmo foco na ação. Nos 2/3 iniciais, a história anda morna, alternando entre o dia a dia da escola (imagine o foco que é dado, sabendo-se que os personagens principais agora são adolescentes de 16 anos, com o sangue cheio de hormônios) e esclarecimentos de dúvidas e mistérios dos outros 5 livros.
No restante, o livro se assemelha mais ao anterior, e traz um final surpreendente que dá um rumo inusitado ao esperado sétimo livro.
Mal terminei e já embarco na continuação do “O Rei do Inverno“, chamado “O Inimigo de Deus“. Gostei muito do 1º livro, e se Cornwell não tiver errado a mão nesse, acredito que terei muito livro pra ler até lançarem a conclusão da saga Harry Potter, pois além da saga Crônicas de Artur (O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur), Cornwell lançou outras sagas de mote medieval com bom desempenho no mercado.