Surpreendente
Mergulho… Maraca (com vitória do mengão)… Banga… Rafting… Sapucaí… Que carnaval é esse ?!!!!
Música do dia
“Clocks” – Coldplay
Eu tenho quase certeza de que já falei sobre essa música aqui, mas como o significado dela para mim mudou consideravelmente de uns tempos pra cá, quis reeditá-la. Acho que não há uma viv’alma nas grandes metrópoles que escute rádios de pop rock nacional e internacional que não conheça essa música. É um dos grandes sucessos do Coldplay, banda inglesa contemporânea do brit pop surgida no ano 2000, com 3 álbuns no mercado (Parachutes, A rush of blood to the head e X&Y).
Solinho de piano contagiante, do tipo que a gente acha que já ouviu em algum lugar e que ao mesmo tempo é diferente de todos os outros que já ouvimos. E isso aliado a um ritmo contagiante, que gruda no ouvido. Na minha opinião, é uma das melhores músicas do A rush of blood to the head, juntamente com Green eyes.
Destaque para o seguinte trecho:
“…Confusion that never stops
The closing walls and the ticking clocks
Gonna come back and take you home
I could not stop, that you now know
Singing come out upon my seas
Cursed missed opportunities
Am I a part of the cure
Or am I part of the disease…”
Em tempos de guerra, urubu é galeto
Estava eu há pouco olhando com mais calma a tal da Katilce (a brasileira mundialmente conhecida por ter cantado “With or without you” com o Bono no show do dia 20/02, e que depois tascou-lhe um selinho). Na hora do show eu falei pacas, chamei de baranga, etc; mas pensando melhor…
Desafio dos 4
Quatro empregos que já tive na vida:
Frentista (don’t ask!
)
Auditor
Analista de Sistemas (nos meus tempos de telecom)
Professor (ensinando Windows e Office)
Quatro filmes que posso ver vezes sem conta:
De volta para o futuro (o 1º)
Senhor dos Anéis – O retorno do rei
The Wonders – o sonho não acabou (título original: “That thing you do!“)
Jornada nas Estrelas IV – A volta para casa
Quatro séries televisivas que não perco :
Não tenho visto TV, mas as que eu mais gostei de assistir foram:
Jornada nas Estrelas – A Nova Geração
Friends (apesar das claques)
Arquivo X
Jornada nas Estrelas – Deep Space 9
Quatro dos meus pratos preferidos:
Sashimi de atum
Polvo com arroz de brócolis
Sushi de ova de salmão
Churrasco de picanha (ao ponto pra mal passada)
Quatro Websites que visito diariamente:
Gmail
Omelete
Blogs (os do menu à direita)
Globo Online
Quatro lugares onde gostaria de estar agora:
Fernando de Noronha, mergulhando
Salvador, me aquecendo pro carnaval neo guerreiro que me foi dado de presente
Londres, visitando amigos e conhecendo a cidade
No meu novo ap, que nem saiu do papel ainda
Quatro blogs que desafio a fazer este questionário:
Como diz o Rappa naquela música, “quem quiser pode chegar“.
Tô devendo, não nego…
Há um ano mais ou menos que eu fiquei de terminar a saga andina, e nada. Preciso contar justamente o que deu errado em Cuzco, para ajudar os incautos. Claro que após 2 anos não vou lembrar tudo, mas pelo menos o principal. Vou colocar com data retroativa, mas quando terminar eu aviso aqui, e aí quem quiser ler basta clicar na categoria ‘país andino‘.
Atípico
Nesta época (leia-se na semana que antecede o carnaval) nos últimos 16 anos eu estava já baixando a bola e me preparando para viajar. O plano era que fosse assim esse ano também (mesmo após o fraquejo da ex). Era.
Oportunidade de ir para o Sul. Oportunidade de ir para o litoral norte de São Paulo. Oportunidade de ir para o interior de Minas. Mas ao que tudo indica, com base inclusive na pilha de amigos e na diversidade de atrações neste ano, meu destino tem tudo pra ser o bom e velho Rio de Janeiro. As portas ainda estão abertas para uma viagem, mas ao contrário de outros anos, nada está planejado. Eu particularmente estou gostando de agir por impulso, seguindo os melhores ventos. Desde que não seja assim ‘from now on‘, claro.
Na boa…
Quando eu crescer, quero ser o Bono Vox…
Música do dia
“Abri a porta” – Rastapé (ao vivo)
Música de Gilberto Gil e Dominguinhos, lançada pelo A Cor do Som no fim da década de 70. Originalmente uma música lentinha e cadenciada, ganhou uma versão forró (na verdade, xote) nas mãos de seus compositores em 2000. Ano passado, o Rastapé tocou essa música num show ao vivo, numa versão com ritmo e sonoridade contagiantes. E é justamente essa versão que toca toda hora no meu pendrive e que está me motivando a fazer umas aulas para dançar um pouco mais do que o “feijão com arroz” atual.
