“Amor” – Secos & Molhados
Eu sempre fui um cara ‘oitentista‘ (muito antes dessa moda atual de cultuar o bom e o trash dos anos 80), e talvez por isso nunca dei muita bola pros anos 70. Pra falar a verdade, eu sempre achei aquela onda Disco, Bee Gees, etc. meio sacal. Mas de uns tempos pra cá tenho descoberto coisas interessantes da década, especialmente as criadas aqui no Brasil. E as músicas do Secos & Molhados com certeza estão nesse rol.
Essa música especificamente eu já ouvi algumas vezes, mas só fixei-a na cabeça quando ouvi a interpretação do ‘Empolga às 9‘. Num tributo ao grupo, o Ira! regravou a música com arranjo bem parecido e com o vocal caracteristicamente grave de Nasi, gerando um resultado igualmente interessante. Música leve como a pluma (com trocadilho), de letra simples e ritmo e melodia que grudam nos ouvidos.
Ontem, o primeiro astronauta brasileiro entrou em órbita. Depois de tentar a NASA (sem sucesso), o coronel Pontes conseguiu representar-nos ao seguir para a estação espacial internacional a bordo de um foguete russo. O brasileiro, esse sujeito que só é patriota nos momentos mais fúteis mas esquece o patriotismo na hora da sonegação e da corrupção, acompanhou o lançamento ao vivo pela TV. Muitos ficaram emocionados, alguns até choraram. E eu, inspirado por essa importantíssima conquista, já profetizo quem seria nosso próximo representante: “AGORA É LULA !!!!!!!!”
No domingo passado eu provei que sou um tio exemplar. Estava entregue ao ócio comum de todo domingo (especialmente por ter sido chuvoso), quando minhas sobrinhas me chamaram para ir ao cinema com elas. Como nunca tinha feito tal programa com elas (exceto pelo “Harry Potter and the Goblet of Fire“, no qual eu levei a mais velha, de 13 anos), resolvi embarcar nessa.
A princípio veríamos o filme “Os meus, os seus, os nossos“, que é mais uma daquelas comédias de família onde um homem com muitos filhos se relaciona com uma mulher com muitos filhos e as situações advém desse “encontro de galeras”. Estava tranquilo, mesmo sabendo que seria uma sessão dublada, por conta das menores (especialmente a de 8 anos). No entanto, minhas irmãs não conseguiram comprar para essa sessão, e propuseram um outro filme de comédia, e eu aceitei sem prestar muita atenção. Pouco antes de sair de casa, me toquei de que filme era: “Uma comédia nada romântica“, filme que pretende contar uma história de romance e ao mesmo tempo fazer piadas referenciando filmes recentes de romance. Sabia que era uma tremenda roubada, mas já era tarde demais: os ingressos estavam comprados, inclusive.
O filme, no entanto, se supera. Eu achava que era muito ruim, mas na realidade é MUITO PIOR QUE ISSO. Dizer que é um filme ruim é até um elogio ao conjunto de esquetes forçadas e muitas vezes desconexas ao qual chamam de filme. Muitas das situações são totalmente forçadas e totalmente fora da narrativa original, e muitas das piadas ultrapassam a linha que divide a graça da piada de mau gosto. Com esse conjunto, esse filme conseguiu roubar, com todas as honras, o título de pior filme de todos os tempos, que até o momento pertencia à grande roubada de ficção científica “Battlefield: Earth“.
Esse filme me deu uma repulsa tão grande que sequer tive forças para buscar uma imagem dele para ilustrar esse post ou saber o título original para colocar um link para a ficha técnica dele no IMDb…
Nem vou começar com a ladainha de “estou ficando velho”, etc, etc; mas uma coisa me chocou esses dias. Fiquei sabendo que uma prima minha vai ser AVÓ ! Isso mesmo, a filha dela está grávida. Prima, P-R-I-M-A!
Passado o choque, a explicação: ela deve por volta de 40 anos, e a filha dela de 15 anos engravidou. Olhando assim, talvez não seja tão chocante assim. Mas quando penso que eu nem pai sou e já vou ter primos de 3º grau de gerações posteriores a minha, fico realmente apreensivo…
“At my most beautiful” – R.E.M.
Agora ouvindo algumas músicas por aqui parei com calma nessa do R.E.M. que sempre foi uma das minhas prediletas. E depois de ouvir outras tantas da banda, além de outras (U2, Midnight Oil, Blur, etc), penso: essa COM CERTEZA é uma das músicas mais perfeitas do R.E.M., e uma das músicas mais perfeitas que apareceram nos últimos anos.
A base instrumental (calcada em piano) e o vocal ligeiramente sussurado, com coro de vozes ao fundo no refrão, … tudo simplesmente se encaixa perfeitamente. Sobre a letra então, nem sei o que dizer. Pra quem não conhece, não sabe o que está perdendo. E, claro, essa entra junto com “She” (do Elvis Costello), “God Only Knows” (Beach Boys), “Your Song” (Elton John) e mais algumas outras no rol de canções que guardo para dedicar a alguém que as mereça, algum dia.
Oswaldo de Oliveira confirmou hoje que vai ser o novo técnico do Fluminense. Vamos ver quanto tempo vai demorar até ele sugerir o Fernando Diniz como “reforço”
“Se urubu cantasse, estava preso na gaiola“
- Desconhecido
Mulheres se queixam de Síndrome de Excitação Sexual Contínua
LONDRES – Estudo publicado em uma revista especializada em Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids publicada pela Real Sociedade de Medicina de Londres lança luz a um problema no mínimo inusitado.
Segundo os pesquisadores David Goldmeier e Sandra Leiblum, são cada vez mais comuns relatos femininos de excitação sexual contínua involuntária, ou seja, sem a necessidade de estímulos. O fenômeno, ao contrário do parece, provocaria sensações extremamente desagradáveis nas mulheres. Relatos feitos aos pesquisadores descrevem a excitação sexual contínua como “vergonhosa” e “angustiante”.
\- A Síndrome de Excitação Sexual Contínua (PSAS, na sigla em inglês) ocorre quando um mulher se excita por prolongados períodos de tempo, sem que para isso seja necesário um estímulo sexual – afirmou David Goldmeier, médico do Hospital Saint Mary, em Londres.
Na maioria dos casos analisados, a causa da excitação é desconhecida. No entanto, algumas mulheres afirmaram ter sentido os sintomas da PSAS após o uso de antidepressivos. Até agora, pouco se sabe sobre o problema, que foi diagnosticado pela primeira vez em 2001.
\- O problema merece uma investigação contínua, não apenas por ser um estado angustiante e desconcertante, mas também porque (…) o tratamento poderá levar a uma maior compreensão de outros aspectos da
resposta sexual femenina – afirmou Sandra Leiblum da Escola Médica Robert Wood Johnson de Nova Jersey.
[fonte: Globo Online via Rubens Alves]
Estava viajando essa semana, num evento da empresa, quando me deparo com algo que eu julgava estar extinto. Sim, senhoras e senhores: no meu hotel aconteceria um concurso de miss. Miss Rio de Janeiro, pra ser mais exato.
Na verdade, não sei bem se o concurso ia ser lá, ou se as moçoilas apenas estavam lá se preparando para o grande dia. Não importa. Fui testemunha ocular de algo que só via na TV, em modorrentas noites de sábado, com apresentação do imortal Sílvio Santos. E confesso a vocês: foi estranho. Eu sempre imaginei mulheres perfeitas, altas (leia-se BEEEEM altas, do meu tamanho), aviões mesmo. Mas o que vi lá: ninfetas. Passado o choque inicial, Tico e Teco fizeram as pazes e a resposta veio como um raio: “Dudu, você está VELHO!” Nas modorrentas tardes de sábado, as misses tinham na faixa dos 18 anos, e eu mal devia ter 10 anos. Hoje chego bem próximo dos 32, e elas… TEM 18 ANOS !
Uma vez que o mito caiu e elas passaram a ser (para mim) de carne, osso e maquiagem como qualquer outra modelete dessas que se vê por aí, foi muito legal (especialmente na condição “civil” na qual me encontro). Conversei com algumas, todas BEM bonitas, quase todas um tanto “inocentes” (naive seria a palavra perfeita) também (não dá pra dizer que são burras, seria injustiça da minha parte). Não tão caricatas como no ‘Miss Simpatia‘, mas quase isso. Nos olhos da maioria, via se o sonho de ganhar o concurso, conhecer um empresário rico, ir para as revistas, fazer ponta em novelas, etc. É um generalismo, mas como só as conheci de modo geral, acho que cabe o comentário.
update: na minha opinião, deviam levar a parada a Miss Rio de Janeiro ou a Miss Cardoso Moreira. Vamos ver…
“Sun, sun, sun, here it comes…
Sun, sun, sun, here it comes…
Sun, sun, sun, here it comes…
Sun, sun, sun, here it comes…
Sun, sun, sun, here it comes…”
O sentido é mais exotérico do que musical, mas tá valendo