Piada feminista
Um menino de quatro anos no banho, examinando seus testículos:
- Mãe, isto é o meu cérebro?
- Ainda não.
Um menino de quatro anos no banho, examinando seus testículos:
- Mãe, isto é o meu cérebro?
- Ainda não.
“In the Valley” – Midnight Oil
Mais uma daquelas músicas que compõem um disco, não chegam a ser tocadas em rádios (leia-se não são lançadas em singles, não são “trabalhadas” pela banda, etc) mas eu adoro. Música bem legal de um dos álbuns mais legais dos Oils na minha opinião, o Earth and Sun and Moon, que nos apresentou a música “Truganini”, também muito boa. Com certeza é elegível a entrar no meu projeto The Rest Of, CD com músicas não trabalhadas de artistas famosos que eu vou gravar pra ouvir no carro.
Já ouviram falar no Second Life ? Onde você cria um personagem em um mundo fictício e faz ele viver uma vida fictícia ? Quase uma versão online do The Sims ? Pois é, seguindo a lógica e o boom dessa experiência, lançaram este site. Recomendo!
Como comentei rapidamente, nesse último pedacinho de férias agora em janeiro pude enfrentar um dos meus maiores medos: o de altura. Só pra dar uma noção a quem lê estas mal digitadas letras: eu já fico cabreiro em varandas acima do 4º andar, mesmo sabendo que, salvo aquele prédio que desmoronou na Barra há alguns anos, é praticamente impossível uma varanda cair lá embaixo assim do nada. Mas mesmo assim, bate um receio. Chegar perto da grade pra olhar lá embaixo então ? Muito difícil !
No entanto, ano passado resolvi enfrentar todas as minhas limitações, uma a uma. Dentro do que é possível, claro (minha conta corrente ainda tem menos dígitos do que eu gostaria, mas é o tipo de limitação que eu já estou tratando à minha maneira
). Não sou lá um cara muito limitado na minha humilde opinião, mas achava que era mais do que hora para resolver certas questões que me incomodavam, num processo focando autoconhecimento e autoestima. Em outras palavras, foi-se a barriga, foi-se a pele amarelo-escritório, veio o meu guardião para habitar meu braço direito, voltei a praticar esportes regularmente, foi-se a pressão alta e foi-se o colesterol quase-alto.
Até aí, grandes desafios, mas facilmente conquistados com dedicação e perseverança. Mas sobrou a pior parte: as fobias. Medo é uma parada irracional, muitas vezes (ou sempre, sei lá). No meu caso, é irracional mesmo. Por isso resolvi enfrentar meu medo de altura. E nessas férias, com a melhor das companhias, fui lidando com esse medo, conhecendo-o, olhando-o bem no fundo do olho. Em outras palavras, fiz rapel, arvorismo e desci em tirolesas. Muitas. Uma delas, enorme (1.200 metros de extensão, sei lá quantos de altura). E me diverti pra caramba!
No final das contas, eu ainda tenho medo de altura. Mas ele deixou de ser irracional. Eu agora o conheço, e sei lidar com ele. Cabos, mosquetões e um bom bouldriê são muito importantes. Mas asa delta por enquanto, nem pensar! Fica para uma próxima etapa.
Assim como no início do ano passado, já tenho uma boa idéia dos grandes filmes que vou esperar sair no cinema este ano. Pra ajudar ainda mais, o Omelete publicou uma lista que compreende os meus filmes e mais alguns, mês a mês. Agora, segue a minha lista:
- Apocalypto: novo filme “torre de Babel” (onde os personagens de época falam alguma língua morta) de Mel Gibson, desta vez mostrando os últimos dias dos Maias.
- Rocky Balboa: a última tentativa de Sylvester Stallone em requentar a franquia do pugilista chorão que enverga mas não quebra. O trailer me animou.
- Borat: história de um repórter do Cazaquistão que sai para conhecer “esse tal de Estados Unidos da América”, para mostrá-lo a seu povo.
- 300: filme baseado em um HQ fantástico de Frank Miller, que retrata a épica batalha onde 300 guerreiros espartanos resistiram a invasão de milhares de persas.
- Homem-Aranha 3: dispensa grandes apresentações, mas chama a atenção por explorar o simbionte alienígena que empresta (literalmente) novas cores e novos problemas ao uniforme do Aranha.
- Piratas do Caribe: No fim do mundo: Conclusão da saga de Jack Sparrow, Will Turner e Elizabeth Swann. Depois do final abrupto do 2º filme, não vejo a hora de ver esse!
- Shrek Terceiro: O nome já diz quase tudo. O lance é: Shrek, o rei de Far Far Away ? Acho que vai ser interessante, especialmente a busca pelo real herdeiro, Artie (apelido para Arthur). Lá vem paródia às histórias arturianas…
- Ocean’s thirteen: Lá vem mais um filme de roubos minimamente arquitetados por Daniel Ocean (interpretado mais uma vez por George Clooney). Mas o que realmente quero saber é que título vão inventar em português. “Treze homens e MAIS UM segredo” ?
- Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado: Tem tudo pra ser um filmaço de ação, melhor que o primeiro, assim como X-Men 2 foi em relação a X-Men.
- Harry Potter e a Ordem de Fênix: A julgar pelo livro, é candidato a melhor filme da série. Isso, claro, se não “pasteurizarem” as cenas mais fortes do livro.
- Transformers: A batalha entre as máquinas que se transformam em veículos chega ao planeta Terra, e, mais que isso, às telonas em live action. Não sei se vai ser lá grandes coisas, mas como na minha infância eu me amarrava no desenho animado, vou conferir com certeza.
- Duro de Matar 4: Mais uma sessão onde John McLane (Bruce Willis) é sacaneado, apanha o filme todo, mas no final pega todos os terroristas praticamente sozinho. Acho que vai ser (mais uma vez) divertido.
- Simpsons: o filme: versão telona dos Simpsons, que na minha opinião é um dos melhores desenhos animados de todos os tempos. Se for tão inspirado quanto o trailer, vai arrebentar
- Sin City 2: Continuação do célebre HQ de Frank Miller, ao que parece com o mesmo elenco do 1º filme.
Acho que tem mais coisa legal pra sair, mas esses foi os que eu pesquei na listinha feita pelo Omelete. Vamos aguardar…
Li esse questionário no blog da Lefl e, por ser mais musicófilo do que bibliófilo, me senti na obrigação de responder publicamente. Vamos lá:
1. Qual o primeiro CD que você lembra de ter comprado na vida? E o último?
O primeiro ? Po, na 1ª vez eu comprei logo 3 CDs.
“Green” (R.E.M.), “On Every Street” (Dire Straits) e “The Real Thing” (Faith No More). Foi na falecida loja Sears, em Botafogo (onde hoje funciona o Escada Shopping). O último eu não tenho certeza, mas acho que foi o “Brazooka” do DJ Janot, volume 2 (ano passado). Interessante como o 1º CD é muito mais marcante do que o último, graças ao MP3.
2. Existe algum artista do qual você tenha a coleção completa de tudo o que ele tenha lançado?
Que eu lembre, só do Blur e do Pixies. Do R.E.M. me falta o “Around the Sun“, do Midnight Oil me falta uns 2 CDs antigos, do Teenage Fanclub me falta o último, dos Beatles me faltam alguns. Mas de todos esses eu tenho a coleção completa no HD (até porque alguns álbuns estão fora de catálogo).
3. Existe algum disco, CD ou LP que você gostaria muito de ter e até hoje não conseguiu comprar?
O último do R.E.M., que estava custando quase 40 reais e agora deu uma sumida, e uns dos Beatles. Queria também uns discos de músicas russas (cantadas pelo Ivan Rebroff), que meu pai tinha em vinil mas minha mãe empresdeu algum tempo depois da morte dele.
4. Qual sua lembrança mais interessante de uma música em particular?
Quando eu era pequeno, era torturado diariamente por uma das minhas irmãs, que escutava 857 vezes a mesma música. Eu ficava de mau humor só de ouvir os primeiros acordes das músicas daquele artista. Passou um tempo, conheci e ouvi muita coisa, e hoje esse artista é um dos que eu mais gosto na MPB: Geraldo Azevedo.
5. Alguma música mudou efetivamente sua vida?
Tem várias músicas que marcaram fases importantes da minha vida. Mas daí a MUDAR a minha vida ? Não, nenhuma.
Quem quiser continuar a brincadeira, manda ver. Me amarro em ler como a música influe na vida das pessoas que quaseconheço
Jornais, televisão, repórteres…. todos atrás da galinha.
– Como conseguiu esta façanha, Sra. Galinha?
– Segredo de família…
– E quanto aos planos para o futuro?
– Botar um ovo de UM QUILO!
As atenções voltam-se para o galo:
– Como conseguiram tal façanha, Sr. Galo?
– Segredo de família…
– E os planos para o futuro?
– Enfiar a porrada no avestruz.
[Texto enviado pelo c.a.t. por email]
Essa é antiga, mas vale a pena contar. Ano de 1998, quando parei de remar. Estava em franco processo de engorda, mas ainda não tinha perdido todo o preparo físico dos tempos de atleta. Estava voltando pra casa (saindo da casa da minha então namorada), pilotando meu Voyage 86 (velho, mas que andava muito bem), que alguns chamavam de ’surpresa-móvel’ (não me perguntem o porquê, pois não vale a pena), e de casa ia buscar um amigo para irmos a um churrasco.
A 1 quarteirão de casa, fura o pneu. Como estava com pressa, fui com o pneu furado mesmo até meu prédio, liguei para meu amigo e desci para trocar o pneu antes de sair de casa. Ao chegar na garagem, começo os procedimentos básicos: tirar estepe da mala, posicionar o macaco e afrouxar as porcas (nota mental que me ocorreu agora: impressionante como tem traquitanas com nomes de animais).
Começo a fazer força para afrouxar as porcas, mas elas pareciam emperradas. Uso os pés, coloco bastante força na chave de roda, e aos poucos elas vão cedendo. Assim, levanto o carro para depois tirar as porcas e trocar a roda (nota mental 2: só agora reparo que sempre falamos “trocar o pneu“, mas na verdade trocamos a roda). Começo a ter uma certa dificuldade para retirar os parafusos, e sigo sem entender. Nesse meio tempo, meu amigo perde a paciência, pega o próprio carro e vai lá em casa ver o que está acontecendo. Ao chegar na garagem, se dá conta do meu dilema e resolve me ajudar.
Eis que ao girar os parafusos, ele começa pelo lado contrário. Fiquei espantado, retruquei, e aí vi a besteira: ele estava girando para o lado certo, e eu desde o início estava girando para o lado errado. Em outras palavras, eu estava apertando mais, e com o esforço eu acabei espanando as roscas (olha a margem) do cubo de roda. Resultado: tive que deixar o carro no macaco, ir com ele de carona, e no dia seguinte tive que ir com o carro bem devagarinho até a oficina mais próxima para trocar o cubo de roda, pois as 4 roscas do antigo estavam comprometidas.
“True to myself” – Ziggy Marley
O ano já começa com uma baladinha leve e gostosa, ouvida por mim pela 1ª vez à beira da piscina, num hotel paradisíaco, no início das minhas férias. Bem a cara do verão, embora o verão esteja bem a cara do inverno. Destaque para a letra, que acho que se encaixa muito com o momento atual, e mesmo com o post que escrevi abaixo.
Lá se foram meus últimos 15 dias de férias. Junto, ganhei mais uns dias de sofrimento, graças a um maldito rotavírus. Como toda desgraça tem um lado bom, graças à enfermidade eu perdi todas as arrobas ganhas nas ceias de fim de ano e diminuí um pouco mais a carcaça.
Depois de um 2006 fantástico, fica até complicado olhar para 2007. O que esperar ? A mesma luta ? Felizmente, não. Tudo o que foi conquistado em 2006 é mérito de 2006. Agora, como sugerem vários oráculos consultados pelos semanários mundo afora, é o ano da expansão. De acordo com os astrólogos, por causa da regência do planeta Júpiter. De acordo com tarólogos e numerólogos, não sei, mas bate nessa mesma tecla.
Coincidência ou não, é o que quero para 2007: crescimento. Meu, e dos que eu prezo. Os que eu não prezo, também… Vai que, graças a isso, deixam de ser desprezíveis ?