Pensamento do dia (ou melhor, da noite)

É bom saber outros idiomas, mas o foda mesmo é saber bem comunicação não verbal

E por falar em fim de semana…

…amanhã tem Empolga às 9 no Odisséia!

Esse povo tá querendo…

Fui eu ontem fazer aula de spinning, pra fazer um consumo pré-pago de calorias por conta da festinha de 15 anos da minha sobrinha (Ps: comento isso depois, ainda estou aceitando a idéia).

Chego eu todo pacífico e sereno na aula, já imaginando um bate-estaca qualquer pra animar as pedaladas, e eis que boa parte da aula é embalada pelo CD ao vivo do Monobloco. Não sei quanto a vocês, mas pra mim Monobloco é sinônimo de fim de semana animado, de preferência às vésperas do carnaval. Depois, a versão remix de uma dessas músicas-chiclete da Vanessa da Mata (se não me engano, é aquela que ela canta com o Ben Harper), e finaliza com a versão remix (com aquela batidinha frenética de drum ‘n bass) de “Que pena“, cantada por Gal Costa e Caetano Veloso.

Com uma pilha dessas em plena quinta-feira à noite, ganhei motivação extra para o fim de semana. Aliás, acho que só não saí ontem mesmo por causa dessa minha rotina madrugadora de remar antes de trabalhar…

Elite da tropa x Elite da crítica

Não tem como se falar de cinema atualmente sem tocar no assunto ‘Tropa de Elite‘. E não tem como tocar no assunto ‘Tropa de Elite‘ sem tocar no assunto violência urbana. Depois da polêmica da pirataria do filme, que muitos já viram graças ao camelô mais próximo ou à conexão internet banda larga.

tropaelite.jpgSem entrar em detalhes, que muitos devem conhecer: é um filme que mostra o dia a dia do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Rio de Janeiro sob o ponto de vista de seu comandante, que procura um substituto digno entre seus recrutas. Ao longo do filme, é retratada a questão da guerra com o narcotráfico, da corrupção da polícia e do papel da classe média carioca nessa história, ressaltando a incorruptibilidade do BOPE.

Como é um filme bastante forte e violento, muitos críticos e intelectuais vieram à mídia para criticar o filme, rotulando-o como fascista e questionando e estranhando a reação positiva da platéia carioca à narrativa. Eu sinceramente acho essa leitura excessivamente ‘romântica’, e em determinados trechos até exagerada, mas talvez não tenha isenção total para falar por fazer parte das estatísticas da violência urbana carioca (atire a primeira frente de rádio quem nunca teve seu carro arrombado ou foi rendido em sinais de trânsito). Mas acho que a opinião mais centrada que li até agora a respeito do filme partiu justamente do Artur Xexéo, colunista que parei de acompanhar de uns anos pra cá por ter se tornado noveleiro demais para o meu gosto. Recomendo a leitura (aqui) !

A tal outra metade da laranja…

Estava ontem conversando pelo MSN com um amigão meu que é um notório cafajeste, do tipo que não pára com namorada nenhuma, mas tem sempre mulher pra sair no fim de semana (quase sempre, mulheres diferentes). Colocamos o papo em dia, e falamos das desventuras amorosas comuns na vida de nossos amigos e conhecidos. Em especial, como muitas vezes a mulher que parece perfeita no que você procura não te dá aquele ‘click’ onde você pára e pensa: é ela! E muitas outras vezes perdemos tempo, dinheiro e pensamento com outras que não valem o chão que pisam.

Ficamos um tempo filosofando sobre essas questões, falando dos casamentos e namoros de amigos que terminaram nos últimos 2 meses. Eis que surge uma pérola, que se baseia no célebre ditado das cores: “O que seria dos(as) cafajestes se todas(os) gostassem dos(as) certinhos(as)?”. Pergunta retórica muito bem colocada, que deixa margem para que o ‘não-racional‘ dos relacionamentos dite as regras, e garante que sempre haja ‘a pimenta da sua salada‘, como costumava me dizer uma amiga muito próxima há alguns anos.

Não tem jeito, encontrar sua cara-metade não é um processo similar ao recrutamento e seleção praticado no mercado empresarial. Isso faz muita gente sofrer por aí, mas deve ser por algum bom motivo, que um dia saberemos (ou não). Eu felizmente me livrei da ansiedade dos 20 e poucos anos, e não tenho mais a menor pressa de encontrar a minha.

Música do dia

Everyday I love you less and less” – Kaiser Chiefs

Rockzinho viciante da “nova” safra de bandas inglesas (que há não muito tempo nos brindou com outra ótima música: “I predict a riot“). Começa com notas de teclado / samper que esconde as reais características dessa música: bateria acelerada e riffs de guitarra contagiantes. A letra também é um espetáculo à parte e segue a tradição inglesa de músicas com algo mais a dizer, e sem dúvida quem já teve a ingrata missão de terminar um relacionamento vai se identificar com alguns versos. Já entrou direto pro meu playlist de pedaladas.

Farofada

Há alguns dias que o sol prevalece nos céus do Rio, e com isso a praia tornou-se automaticamente uma das melhores opções de programa de lazer nos fins de semana. Para o bem e para o mal.

Ontem, por exemplo, tinha um grupo de cerca de 15 pessoas próximo a onde eu fico fazendo uma tremenda farofada! E não falo de um ponto de vista elitista (pelo fato de terem trazido suas bebidas e comidas), até porque nem todo mundo tem que alimentar o comércio praieiro, ou tem grana pra pagar muito mais caro por uma bebida na praia. Eu falo da questão comportamental, mesmo: guerra de areia, gritaria, pega-pega (leia-se uns correndo atrás de outros, e quando esses outros eram pegos iam todos pro chão, ou melhor, pra areia) e por aí vai.

Não entro no mérito de serem ou não do subúrbio, pois acho que essa informação nada acrescentaria a discussão. A questão é: fica claro para mim que um dos maiores problemas de metrópoles como o Rio é a falta de civilidade. Também não entro no discurso neofascista de muito playboyzinho da Zona Sul de que deve-se cercear o direito desse pessoal vir à praia, de que a polícia deve revistar todo mundo, e outros absurdos que ouvi na praia quando do ocorrido. Mas acho que falta aos dois lados a noção básica de que o direito de um termina quando começa o do outro.

Leitura dinâmica seletiva


Juro que li rápido essa notícia e achei que estava escrito ‘exame erótico‘… A culpa só pode ser da Ana Paula

Feitos um para o outro

Casal descobre ser amante um do outro na web e se divorcia

Um casal bósnio está se divorciando, depois de descobrir que um traía o outro em chats na Internet. Detalhe: eles começaram o relacionamento virtual usando pseudônimos, e só descobriram a verdade quando combinaram um encontro real com os “novos parceiros”.

Sana Klaric, 27 anos, e seu marido Adnan, 32, usavam os nomes de “Sweetie” e “Prince of Joy” em salas de bate-papo. Conheceram-se e iniciaram uma relação, confidenciando-se mutuamente os problemas que tinham em seu casamento. Os dois, de acordo com reportagem publicada no site Metro.co.uk, estavam convencidos de terem finalmente encontrado sua alma gêmea.

Então, resolveram marcar um encontro real para se conhecerem e descobriram a verdade. Agora, o par está em processo de divórcio, e um acusa o outro de ter sido infiel.

“De repente, eu estava apaixonada, era maravilhoso, parecia que ambos estávamos amarrados no mesmo tipo de casamento infeliz”, contou Sana. “Depois, me senti tão traída”, disse.

Adnan, continua sem poder acreditar no que aconteceu. “É difícil pensar que Sweetie, que escreveu coisas tão maravilhosas para mim, é na verdade a mesma mulher com quem me casei e que, por anos, não foi capaz de me dizer uma única palavra agradável”.

[fonte: Redação Terra]

…e por falar em português

Se você se sente deslocado escrevendo em português coloquial nos chats, orkuts e MSNs da vida, é sinal de que você precisa falar miguxês fluente! Enquanto você não faz um curso, você pode recorrer a este site para te ajudar nos bate papos internet afora.

[fonte: marcelo]