Música do dia

Fluorescent adolescent” – Arctic Monkeys

A cada dia, me encanto mais com as músicas dessa banda inglesa (tinha que ser!) que faz um som que une melodias inspiradas no estilo do The Jam e do Smiths, com uma levada que lembra o som punk do The Clash (especialmente em petardos como ‘Brainstorm‘ e ‘I bet you look good on the dancefloor‘). Queria ter ido no show deles no TIM Festival, mas não fui pra priori$ar o The Police.

Essa música em especial eu ouvi por acaso, tocando numa rádio (acho que era a MIX), quando cheguei em casa anteontem. Muito na música me soou familiar, mas depois que minha sobrinha aborrecente disse de quem era, tudo fez sentido. Música bem melodiosa, com vocal acelerado (quase um repente), e uma construção na minha opinão ‘pouco convencional’. Me dá a impressão de não ter refrão claramente definido, pois são 3 os grupos de versos que se repetem. O que fica na cabeça é a parte onde se canta:

Falling about
You took a left off Last Laugh Lane
You just sounded it out
You’re not coming back again

Ah sim, o curioso título nada tem a ver com certos espasmos de adolescência que tenho notado recentemente. ;)

Dr. Jones vem aí de novo!

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Os tais 5 minutinhos

A Bibi me passou a bola de um ‘même‘ interessante (ainda não faço idéia de onde surgiu esse termo, mas enfim): “O que você faria se tivesse 5 minutos a mais em cada hora do seu dia?”

Perguntando assim de bate pronto, eu responderia: dormir. Na minha rotina atual, essas duas horinhas seriam uma mão na roda, especialmente nos dias que eu treino no remo e na canoa havaiana. Mas pensando bem, sem a influência da vontade de tirar um cochilo que paira todos os dias da semana, eu :

  •  Leria mais livros (ao mesmo tempo, claro);
  •  Veria mais filmes;
  •  Cuidaria dos meus aquários com maior frequência

Está no DNA

Mesmo eu estando cada vez mais offline e me ligando cada vez menos em computadores & afins, meu passado me condena:

74% Geek

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De volta

Cheguei das 2 viagens (a de Recife, e a para Itaipava, a trabalho), e estou ainda afogado em trocentos emails. Por enquanto, me dedicando a me readaptar à realidade, e esquecer a sensação de ter sido arrancado à forceps do paraíso. No fim de semana espero colocar a ‘correspondência’ em dia, e escrever algumas coisas aqui.

Pra quem está curioso pra ver fotos lá de Recife, coloquei as do primeiro dia no meu flickr (link ao lado)

A passeio

Gente, alguns talvez não saibam, mas esse sumiço se deve a um restinho de férias que eu estou curtindo aqui em Recife. Muito sol, muitos mergulhos, e muita coisa passando pela cabeça (as usual).

 Assim que voltar coloco os posts em dia. Já recebi por email a ‘resposta’ a esse post aqui de baixo falando da Veja e da matéria do Che, e vou comentar por aqui. Vou falar um pouco de algumas sacações aqui da viagem, falar um pouco de mergulho, etc. Lá pro meio da semana eu “apareço” aqui. Cuidem-se!

Vexame

Há não muito tempo, a Veja publicou uma reportagem de capa buscando desmistificar a figura de Che Guevara em seu 40º aniversário de morte, escrita pelo jornalista Diogo Schelp. Diogo usou como base a biografia escrita pelo jornalista americano Jon Lee Anderson, mas qualquer pessoa com algum mínimo discernimento nota um tom bastante parcial no texto de Diogo. Tão evidente, que Jon Lee Anderson leu, e se manifestou assim (traduzido do inglês):

Caro Diogo,

Fiquei intrigado quando você não me procurou após eu responder seu email. Aí me passaram sua reportagem em Veja, que foi a mais parcial análise de uma figura política contemporânea que li em muito tempo. Foi justamente este tipo de reportagem hiper editorializada, ou uma hagiografia ou – como é o seu caso – uma demonização, que me fizeram escrever a biografia de Che. Tentei por pele e osso na figura super-mitificada de Che para compreender que tipo de pessoa ele foi. O que você escreveu foi um texto opinativo camuflado de jornalismo imparcial, coisa que evidentemente não é.

Jornalismo honesto, pelos meus critérios, envolve fontes variadas e perspectivas múltiplas, uma tentativa de compreender a pessoa sobre quem se escreve no contexto em que viveu com o objetivo de educar seus leitores com ao menos um esforço de objetividade. O que você fez com Che é o equivalente a escrever sobre George W. Bush utilizando apenas o que lhe disseram Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad para sustentar seu ponto de vista.

No fim das contas, estou feliz que você não tenha me entrevistado. Eu teria falado em boa fé imaginando, equivocadamente, que você se tratava de um jornalista sério, um companheiro de profissão honesto. Ao presumir isto, eu estaria errado. Esteja à vontade para publicar esta carta em Veja, se for seu desejo.

Cordialmente,

Jon Lee Anderson.

Não é nenhuma novidade que muitas das matérias da Veja são altamente tendenciosas. Mas dessa vez, pelo visto, eles foram um pouco longe demais.

[fonte e original em inglês: Blog do Nassif, via CAT]

Ih, não lembro

Engraçado, sempre que estou ‘em trânsito’ (leia-se andando na rua, dentro do carro ou andando de bike no trajeto casa – clube), penso em várias paradas maneiras para escrever aqui e dividir com vocês. Aí quando chego no micro e abro o editor do Wordpress, esqueço tudo. Talvez por isso escreva tanto sobre música, pois estou sempre com o iPod (ou o iPobre) a tiracolo, tocando as minhas prediletas.

Acho que vou me especializar em comentar nos blogs dos outros, pois as vezes acho que escrevo mais nos blogs que visito do que no meu próprio espaço…

Sinopse resumida de filmes do Tom Cruise

Essa circula há algum tempo pelas listas de discussão, mas como deve ter gente que não conhece resolvi compartilhar aqui no blog. Repare que parou no ‘Último Samurai’, mas não é difícil continuar com a série. Segue:

1 – Top Gun: Tom Cruise é um piloto de avião. Ele é muito bom, mas um trauma o impede de ser o melhor. Ele se apaixona por uma mulher que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

2 – Dias de Trovão: Tom Cruise é um piloto de automóveis. Ele é muito bom, mas um trauma o impede de ser o melhor. Ele se apaixona por uma mulher que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

3 – Coquetel: Tom Cruise é um barman. Ele é muito bom, mas um trauma o impede de ser o melhor. Ele se apaixona por uma mulher que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

4 – Jerry Maguire: Tom cruise é um agente de atletas. Ele é muito bom, mas depois de ser demitido, fica traumatizado, e este trauma o impede
de ser o melhor. Ele se apaixona por uma mulher que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

5 – Rain Man: Tom cruise é um importador de carros, um empresário. Ele é muito bem-sucedido, mas um trauma o impede de ser feliz. Ele se
apaixona por uma mulher encontra seu irmão autista que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

6 – Vanilla Sky: Tom Cruise é dono de uma editora. Ele é muito bom, mas um acidente o impede de se manter como o melhor. Ele se apaixona
por uma mulher que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo. Mas descobre que é tudo um sonho.

7 – A Cor do Dinheiro: Tom Cruise é jogador de sinuca. Ele é muito bom, mas sua arrogância o impede de ser o melhor. Até que Paul Newman
aparece e o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

8 – Questão de Honra: Tom Cruise é um advogado. Ele é muito bom, mas um trauma o impede de ser o melhor. Ele se torna amigo de uma outra
advogada que ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

9 – Minority Report: Tom Cruise é um policial do futuro. Ele é o melhor, mas uma conspiração o coloca sob suspeita. Ele seqüestra uma
paranormal que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo.

10 – De Olhos Bem Fechados: Tom Cruise é um médico. Ele é muito bom, mas depois de ser quase traído pela mulher, fica traumatizado. Ele se
mete em orgias e não se dá bem. Isso o ajuda a superar seu trauma, e no final ele volta para a mulher.

11 A Firma: Tom cruise é um advogado, mas ao cair em uma rede de intrigas proporcionada pelo mega-escritório em que trabalha, adquire
um trauma que o impede de se tornar o melhor. Com a ajuda de sua apaixonada esposa, consegue alcançar seu objetivo.

12 – Entrevista com o Vampiro: Tom Cruise é um vampiro brabo. Ele é muito bom, mas a chegada de um novo vampiro o traumatiza, quase
matando-o. Ele se apaixona pelo vampiro e no final alcança seu objetivo.

13 – Magnólia: Tom Cruise é um guru de auto-ajuda machista. Ele é muito bom, mas sua arrogância o impede de ser feliz. Ele encontra seu
pai no leito de morte e isso o ajuda a superar, e no fim ele descobre a verdadeira felicidade.

14 – Negócio Arriscado: Tom Cruise é um aluno universitário. Ele é muito bom, mas um trauma o impede de ser o melhor. Ele se apaixona por
uma prostituta que o ajuda a superar, e no final ele alcança seu objetivo, virando o cafetão de sua própria mulher.

15 – Nascido em 4 de julho: Tom Cruise é um combatente no Vietnam Ele é muito bom, mas um acidente o impede de se manter como o melhor. Ele se apaixona por uma mulher, e no final ele alcança seu objetivo, mesmo paraplégico.

16 – O Último Samurai: Tom Cruise é um militar contratado para treinar os japoneses. Ele é muito bom, mas um trauma o impede de se tornar um samurai. Ele se apaixona por uma japonesa e no final (adivinhem só?) ele consegue seu objetivo!

Música do dia

When you were young” – The Killers

Mais uma da série ‘novas bandinhas de pop rock’ deste início de século. Ainda não conheço bem a banda, e confesso que essa é a primeira música que ouço deles. Ouvi por acaso numa loja enquanto escolhia uns DVDs, e apesar de ter simpatizado bastante com a melodia, achava que havia algo de errado com a música como um todo. Não deu outra: banda americana (bate com minha teoria de que os ingleses escrevem letras melhores). Não chegam a ser desconexos como o Strokes,  mas ainda acho que falta algo. Talvez seja o sotaque. :)

Eles estiveram aqui para o TIM Festival, e cheguei a pensar seriamente em conferir ao vivo. Era eles, ou o Arctic Monkeys. Acabei optando por guardar dinheiro para o Police.