Tempo…tempo…O que eu faço com isso?

Sigo num ritmo frenético de atividade física desde o ano passado, de segunda a sábado, que beira a insanidade. E com isso, não tem um dia que eu não sinta o peso de 9 anos de sedentarismo, e as sequelas deixadas por 40kg ganhos nesse período e felizmente perdidos nos últimos 3 anos.

Poderia seguir aqui falando de tudo isso usando o ‘e se…’: e se eu não tivesse parado, e se eu tivesse levado mais o esporte mais a sério quando só queria saber de esbórnia, e se eu soubesse conciliar melhor meus horários quando comecei a trabalhar, etc. Mas o tempo já passou, o que me resta é colher os frutos do aprendizado. Creio que já os colhi, e graças a isso estou de novo fazendo o que gosto, ainda que com alguns pequenos sacrifícios (there’s no free lunch, anyway).

Mas o ponto onde quero chegar é: qualquer que seja a fase da sua vida HOJE, pense bem em como você usa seu tempo nas coisas que você gosta, e principalmente nas coisas que te fazem bem. Pense MESMO. Pensou ? Agora pensa de novo, pra ver se você não foi simplista demais. Em determinadas fases da vida, a gente perde muitos detalhes importantes com simplismos bobos, e esses detalhes fazem toda a diferença nas nossas decisões. Esse é o tipo de coisa que eu queria ter lido há uns 10 anos atrás, e que poderia ter feito a diferença pra mim em uma série de coisas. Deixo aqui de enxerido, sem a pretensão de que alguém leia e me leve a sério. Mas se UMA pessoa levar a sério e der algum resultado, já me dou por satisfeito.

Cena carioca

Estava eu caminhando pela pista fechada da praia de Ipanema (em direção ao Leblon) quando passou um carro de som da 98 FM tocando músicas do Asa de Águia, com mulheres dançando lá em cima, seguido por uns 4 ou 5 carros de ação promocional da rádio. Nisso, uns 4 ou 5 caras ali perto do Jardim de Alah dão um pique em direção ao carro de som e gritam: “Eeeei ! Espera aí !!!! Me LEVA !!!!!! Ei !!!!!!! Deixa eu ir também !!!!!!”

Os shows da minha vida

Inspirado pelo belo relato do Surfista (aqui), resolvi requentar uma listinha de shows marcantes na minha vida (ainda que um bom tempo depois do post dele), dando uma breve idéia do porquê:

1. – R.E.M. (Rock in Rio 3, 2001): Era somente a minha banda predileta (ainda é), da qual tenho todos os discos e conhecia todas as músicas. Como tempero, eu estava num momento decisivo na vida, saindo de um relacionamento bastante complicado e encarando novos ares.
2. – Midnight Oil (Citibank Hall, 1997): Show completo, bem organizado, e com boa parte das principais músicas da banda, poucos anos antes de anunciarem a debandada. Também uma das minhas prediletas.
3. – Rolling Stones (Maracanã, 1995): Show muito esperado, e que levou todos os presentes ao delírio. Eu nem era tão fã dos Stones na época, mas saí do maraca com a alma lavada. Marcou também por ter sido o primeiro show em que fui sozinho (sem galera), e que nem por isso deixei de curtir.
4. – Living Colour (Hollywood Rock – Apoteose, 1992): Uma verdadeira aula de rock ‘n roll. Durante um bom tempo eu considerei esse como o melhor show que eu já vi na vida.
5. – Mark Knopfler (Citibank Hall, 2001): Vovô Knopfler deixou o ATL Hall (nome da casa na época) de queixo caído ao tocar os principais sucessos dos tempos de Dire Straits. Só não foi melhor pra mim pois tive uma série de contratempos com a minha então ‘esposa‘, mas que felizmente não inviabilizou o programa
6. – Jamiroquai (Free Jazz – MAM, 1997): Foi *O* show daquele Free Jazz, com ingressos esgotados 10 dias antes do evento. Teve abertura da Erykah Badu, mas eu estava tão bêbado que me lembro vagamente do show dela. Mas lembro o suficiente do show principal, para me arrepender de não ter ido de novo quando eles voltaram ao Brasil.
7. – Keane (Citibank Hall, 2007): Achava que seria somente um bom show, mas foim show fantástico. Músicas envolventes, performance inspirada (não dava pra acreditar que aquele vozeirão era daquele clone de Frodo Baggins), e na platéia eu e minha então namorada vivíamos um senhor momento.
8. – The Cure (Hollywood Rock – Apoteose, 1996): O show que eu queria ver desde os anos 80, e só pude conferir nessa edição do Hollywood Rock (a última, aliás). Show de muitas horas, mais voltado aos fãs mais ardorosos.
9. – Paralamas & Titãs (Hollywood Rock – Apoteose, 1992): Encontro das duas maiores bandas nacionais do momento, e segundo disse o próprio Herbert Vianna no dia, foi a primeira vez que artistas brazucas são a grande atração de um festival internacional desde o Rock In Rio. Memorável
10. – Nirvana (Hollywood Rock – Apoteose, 1993): Uma das minhas bandas prediletas na época, o Nirvana apelou para um show politicamente incorreto, bem ‘banda de garagem’. Eu na época fiquei em êxtase no show, tanto que esse era um dos meus Top 5, mas hoje analisando friamente acho que foi mais força do momento.

Algumas considerações: nessa lista tinha o U2, que foi um puta show de rock no que diz respeito à apresentação da banda, relação com o público, repertório, etc. Mas resolvi tirar do Top 10 porque no conjunto o show não foi bom: mudança do local do show poucos dias antes, engarrafamento monstruoso, visão ruim do palco (mesmo pra mim, que costuma ver tudo por cima das cabeças das pessoas), muita gente chegando no final do show. Podem reparar também que eu não vivi um momento tão mágico quanto o do Surfista, mas meu dia ainda vai chegar…

‘The crying game’

Parei no Borduna e li um texto bastante interessante que chamou minha atenção: fala do processo de amadurecimento e suas consequências na forma como encaramos relacionamentos. Me identifiquei bastante com o que o Marcelo escreveu, embora talvez escolhesse outro conjunto de palavras para tentar passar as mesmas idéias. Ao deixar um comentário, vi que estava me alongando muito e resolvi escrever um pouco sobre o assunto por aqui.

No post, o Marcelo fala que, depois das desilusões da adolescência com o ‘amor cortês’, a solução dele consiste em se ter a paixão nas mãos mas a razão sempre como guia. Eu concordo com ele: sempre que escuto os versos “ando devagar porque já tive pressa, e levo esse sorriso porque já chorei demais…” eu tenho isso em mente. Depois, ele responde o email de uma leitora do blog, que o taxa de medroso, dizendo que ele não conhece absolutamente nada do amor. Na resposta, ele volta à questão do uso da razão, e conclui assim:

Escolher parceiro é como escolher qualquer outra coisa, como por exemplo, comida num restaurante. é importante, e diria até necessário, provar algo novo ou muito diferente do seu paladar, mas se o gosto não for satisfatório, para que insistir no pedido ou repetir a dose?“.

Na verdade, entendo perfeitamente a questão da leitora. Ela questiona a visão de ‘paixão à luz da razão’ como uma forma de se esconder do sentimento, quando na realidade o que ele diz é exatamente o contrário: é a entrega ao sentimento, só que à luz do aprendizado de tombos passados, e do que realmente queremos para nossas vidas. Quando somos mais novos, botamos muito mais fé no inesperado, na variável desconhecida capaz de transformar toda e qualquer adversidade relacionada àquela parceira, como uma tribo politeísta fazendo a dança da chuva.

Com a experiência e os tropeços, já constituímos uma massa crítica de informações que nos permite nos posicionar melhor e dar menos crédito ao desconhecido. Como diz um amigo meu, ao longo do tempo vamos calibrando nossos ‘detector de roubadas‘. Com isso nos livramos do desconhecido? Claro que não. Mas com os calos da viagem, sabemos com certeza o que não dá certo. Sabemos o que é mutável e o que é negociável. E o inesperado passa a ser o que deveria desde o princípio: o tempero secreto dessa salada de razões e emoções.

Para uns pode parecer que a vida vista assim fica sem graça, racional demais, e a essas pessoas eu deixo meu boa sorte, um pacote de curativos e um tubo de hipoglós. Se jogar intensamente é muito legal, e quando dá certo, é maravilhoso. Mas se não dá também, a porrada é das grandes. Como pouquíssima gente acerta de primeira, me arrisco a dizer que todo mundo se joga intensamente e leva uma porrada das grandes, pelo menos uma vez na vida. A grande diferença é que uns encaram isso como um aprendizado, vão em frente e calibram os seus detectores de roubadas, e outros seguem na tentativa e erro, e tomam as mesmas porradas da primeira vez. E não é medo, e sim o aprendizado resultante dele. Existem outros casos (os que desistem, os que passam a praticar o celibato, os que mudam de opção sexual, os que buscam o suicídio, …), mas me atenho somente nesses dois.

Pra não dizer que concordo 100% com ele: o ponto em questão não é o amor cortês, pois na minha opinião ele não tem data nem condições para acontecer. O grande ponto de todo esse exercício de reflexão é de como e quando levantamos nossas defesas e deixamos que o amor finalmente seja verdadeiro e recíproco. E isso ao meu ver não faz desse amor mais ou menos cortês. Mas mesmo assim, essa é uma das variáveis secretas do processo, por mais que utilizemos toda nossa experiência passada para nos defender (ou não). Como naquela frase que já citei várias vezes aqui, “o homem faz planos, e Deus ri“. Não estamos livres dos tombos, mas com certeza cada vez mais preparados para suas consequências.

Remos à proa, seguimos adiante

Já deixei definitivamente o wordpress.com, e a partir de agora escrevo só por aqui. A migração dos posts, comments, categorias, etc; foi rápida e indolor, como eu já esperava. Ainda tenho que ajustar o menu do jeito que eu quero (colocando se possível algumas das funcionalidades que eu tinha no endereço antigo), e ver o que tenho que instalar de plugins (um antispam com certeza, pois acho que o Akismet não dá conta do recado sozinho). O basicão, pelo menos já está garantido.

Mudança em andamento

Tal qual já havia falado com alguns (especialmente pelo twitter), já estou há algum tempo pensando em dar uma mexida no blog. A idéia principal: voltar a ter domínio próprio, liberdade pra mexer no layout, pra subir o conteúdo que eu quisesse. Só que aí vem outra implicação: o nome.

Quando escolhi o nome, na época eu não pensava tanto no ‘futuro’ do blog, e aí nem me preocupei em ver a disponibilidade do nome para o caso de um site. Com o tempo, fui sacar (via Google ou via email de visitantes) que havia escolhido um nome já bastante explorado por aí. Para vocês terem uma idéia, é o nome de 2 pousadas (em Fernando de Noronha e em Caldas Novas), o nome de uma cidade satélite do Distrito Federal e o nome de um fabricante de maiôs e biquinis.

Claro, eu poderia ignorar tudo isso, registrar um domínio deixando claro que esse é blog (e não uma das pousadas) e seguir convivendo com as confusões dos visitantes. Se eu tivesse objetivo de monetizar(ptu!), seria até bom. Mas não me perguntem o porquê, eu prefiro ter algo mais personalizado e ponto final.

Depois de pensar bastante em um novo nome que tivesse a ver com o antigo, e também com meu estado de espírito, as coisas que escrevo, etc; cheguei ao nome ‘vida de navegante’, que na verdade eu gostaria de ter descoberto bem antes. Acho que é mais a minha cara. Sem contar que de certa forma ‘engloba’ a idéia do outro nome. A reboque, vem em breve a mudança daqui do wordpress.com para um domínio próprio, mas que vai acontecer ainda ao longo dessa semana. Assim que acontecer, eu aviso por aqui e aviso pra galera que passa sempre aqui.

À vontade no fundo do mar

Depois de um bom retorno no fim do ano passado, estou consolidando de uma vez por todas o mergulho como meu hobby predileto. Pratico mergulho autônomo desde 1994, mas nunca dei muito foco para isso. Parece um contra-senso pra quem me conhece, pois sou apaixonado pelo mar desde sempre. Mas o caso é que eu sempre deixei o mergulho um pouco de lado.

img_2098.jpgAno passado, num momento em que estava reavaliando várias coisas na minha vida, resolvi reservar um tempo e dinheiro para fazer outra incursão nesse mundo maravilhoso que eu tanto gosto. Depois de ficar perto do êxtase com cada mergulho nos naufrágios de Recife, fiquei um bom tempo pensando: se eu sempre gostei tanto do fundo do mar, porque eu nunca dei foco nisso antes? A verdade é que algo me incomodava e eu não sabia exatamente o que, e acho que só descobri as razões nessa viagem. Claro que a questão financeira pesou: em determinadas épocas da minha vida, eu claramente deixei de mergulhar por falta de grana. Mas como eu tinha grana para outras coisas, que eu não deixava de fazer, o dinheiro (ou melhor, a falta de) servia de muleta para esse desconforto.

img_2085.jpgEm Recife, eu finalmente matei a charada quando levei câmera e caixa-estanque para os mergulho: antes de eu sequer pensar em fazer curso de mergulho, eu já mergulhava de apnéia e já pescava (especialmente quando meu pai era vivo), tanto pesca sub quanto pesca artesanal (com linha de nylon). E mais: eu ADORAVA pescar, e não tinha nenhum remorso em matar os peixes que cruzavam a frente do meu arpão ou se atracavam com meus anzóis. De repente, me vi entrando como convidado principal no mundo dos peixes. Não era aquela visitinha de médico de quem só tem 1 minuto de tempo de fundo. Eu estava ali, calmamente interagindo com peixes, polvos, lagostas e caranguejos. Todos eles que já foram muitas vezes meus convidados na mesa de jantar. E naquele momento, eu não estava mais ali para caçá-los. Era até covardia, pois agora eu também respirava no mundo deles (ainda que com auxílio de aparelhos). Além disso, a esmagadora maioria dos mergulhadores autônomos são dublês de ecologistas, e alguns são da linha mais radical (do tipo que defende a proibição irrestrita da pesca). Em outras palavras, eu não me sentia totalmente à vontade.

img_1765.jpgDemorou bastante tempo para eu me tocar disso. Talvez pelo fato de eu evitar tocar no assunto pesca com o pessoal do mergulho, e evitar dizer por exemplo que sempre imaginava o arroz de brócolis ao ver um polvo mostrando as ventosas na entrada de uma toca. E só consegui alguma paz com a atividade quando me toquei de duas coisas: primeiro que existem outros caçadores e pescadores também “disfarçados” no meio dos ecoxiitas, e segundo que consigo satisfazer (ainda parcialmente) minha sanha caçadora tirando fotos dos meus troféus, vivos e alegres em seu habitat. Garoupas, pargos, enchovas, polvos, lagostas, agora não mais na fieira ou no isopor, e sim imortalizados no meu cartão de 2Gb, e depois no meu HD. E assim, consigo me sentir parte da tribo. Para o azar do meu bolso, e para a sorte da minha paz de espírito.

Música do dia

Kelly watch the stars” – Air

Mais uma música viciante e hipnótica do duo francês, que me fez lembrar tanto as músicas que adoro do Daft Punk (também duo, também francês) que eu saí espalhando aos quatro ventos que essa também era deles. Destaque para o videoclipe da música, mostrando 2 meninas jogando ping-pong (entre elas, a Kelly), em especial para o desfecho reservado a ela.

Cena carioca

- Vai de vassoura madame ?
- Não obrigada, estou de carro.(Diálogo entre um vendedor de vassouras e uma cliente que saía do Hortifruti do Leblon /RJ)

[fonte: Revista O Globo - 06/01/2008]

Top 5 de momentos de clímax do cinema

  1. esb.jpgNo, I’m your father“: a cena adorada por 9 em 10 nerds viciados em SciFi. Luke perde duelo (e a mão direita) para o grande vilão da trilogia Starwars até o momento, e num diálogo rápido entre os dois, a revelação de que Vader é mesmo Anakin Skywalker, o pai de Luke. Nos tempos anteriores a nova trilogia, a cena foi bombástica e deixou os fãs sem pai nem mãe esperando pelo desfecho da saga em ‘O Retorno de Jedi’. Mesmo pra quem já viu e reviu a trilogia nova, a cena é bastante impactante e dá um friozinho na barriga.
  2. rotk.jpgThe ring is mine“: após muitos dias de uma jornada massacrante (com direito a quase morrer umas 3 vezes), o que para nós representaram muitas horas de imagens belíssimas e trilha sonora inspirada, Frodo chega à beira do precipício dentro do vulcão da Montanha da Perdição, pensa melhor, e decide pegar o anel pra si e mandar a Terra Média plantar batatas. Por sorte, lá estava Gollum para lutar pelo anel de Frodo (olha a margem), arrancar seu dedo e cair com dedo e anel na lava quente do vulcão. Cena forte e marcante, especialmente para quem não leu o livro e só conferiu a história nas telas.
  3. anh.jpgUse the Force, Luke“: a bordo de uma X-Wing, Luke segue em direção ao ponto onde deverá atirar na porta de exaustão da Estrela da Morte (a primeira), perseguido por Vader e mais 2 TIE-fighters. Eis que ele escuta a voz de Obiwan o instruindo para confiar na Força para cumprir sua missão. A música dá uma viajada, a câmera foca o espaço aberto, e Luke desliga seu computador de mira, passando a confiar nos seus ‘instintos’. Darth Vader, até então se achando o último jedi do pacote, percebe que tem um moleque sinistro pilotando a X-Wing. O resto, a maioria já sabe.
  4. matrix.jpgMy name…is Neo“: Depois de um embate longo com o Agente Smith no topo de um prédio, Neo toma um tiro e aparentemente morre. Com um beijo de Trinity (no corpo dele, na Nabucodonosor), ele ‘renasce’, começa a enxergar a matrix de verdade, observando que tudo o que o cerca é composto de códigos. É o despertar do Escolhido, para o azar do Agente Smith (ou não). Pra mim, é a grande cena do filme, e também de toda a trilogia. Aliás, acho os outros 2 filmes uma tremenda forçação de barra, mas isso é assunto pra outro post
  5. gladiator.jpgMaximus, Maximus, …“: O general Maximus foi do luxo ao lixo em poucos atos (apanhou, quase morreu, descobriu que curraram sua esposa, mataram seu filho, e ainda foi vendido como escravo), e sua a camisa pra reconstruir a vida sendo um dos gladiadores de Proximo. Ao voltar a Roma e se deparar com o seu algoz (o imperador Commodus), ele finalmente revela sua identidade, para o desespero do fraco imperador. É uma cena de arrepiar, especialmente para o imperador Commodus.

Comentário importante: devo fazer uma menção honrosa para a cena do congelamento em carbonita de Han Solo em ‘Starwars V: O Império Contra-ataca’, mas dei uma colher de chá pra essa lista não ficar nerd demais (na verdade já está, mas tudo bem)…